A menina, tão forte e frágil quanto possível. Uma vida boa e uma vida difícil. Uma vida de ódio e uma vida de amor, sendo vista com mais clareza sua dor. Uma dor distinta e incompreensível, por aqueles tolos que não há tornam visível, e para que lhe vale tal compreensão? Se prefere chorar em seu próprio colchão. A menina, tão doce e amarga, tão rica e tão pobre, vários desejos egoístas, talvez algum nobre. Menina, tão aflita, recusando a se render, esperando calada o que pode acontecer. Porém, vai que acontece.